POECILOTHERIA METALLICA



Esta é uma das mais belas caranguejeiras, com tons de azul, cinza, branco e amarelo, também apresenta veneno ativo no ser humano e é bem agressiva e rápida. Originária da Índia e do Sri Lanka.
 Poecilotheria metallica é uma espécie de aranha pertencente à família Theraphosidae (tarântulas). 

Comportamento:
Muito agressiva, com veneno ativo no ser humano. Possui hábitos arbóreos, com temperatura entre 22ºC à 28ºC.
e umidade cerca de 75%

Tempo de Vida:
Podem passar dos 10 anos

Tamanho:
Até 20 cm.

Alimentação:
Sua dieta inclui grilos, baratas e gafanhotos, pode eventualmente comer filhotes de roedores.

Terrário:
50 x 30 x 40cm é o ideal. Terrário arboricola, priorizando a altura.

Substrato: pó de coco, casca de pinus e terra, com um tronco de árvore onde possa fazer sua toca.

Fonte: http://ahbcaresheet.blogspot.com.br/2012/05/poecilotheria-metallica.html

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MERMITÍDIOS


Os Mermitídios (Nematomorpha: Mermithidae) são parasitas internos cujas larvas infetam principalmente aranhas entrando no corpo diretamente ou através da alimentação. Uma vez dentro, o verme obtém alimento a partir dos fluidos corporais, glândulas digestivas, músculos e gônadas (causando até uma castração parasitária). Neste processo, o verme libera proteínas que imitam as proteínas produzidas pela aranha e controla o seu sistema nervoso central, afetando os sinais químicos que vão para o cérebro.
Como consequência, a aranha se torna progressivamente debilitada, mas não a ponto de morrer. Isto porque seus órgãos vitais geralmente permanecem intactos, apesar de todo abdome, e muitas vezes parte do cefalotórax, serem preenchidos pelo verme que cresce muito. E por fim, o verme explode para fora do corpo da aranha que finalmente morre.
Porém, antes de morrer, a aranha tem muitas vezes a desempenhar uma tarefa “ordenada” pelo seu parasita. Em alguns mermitídios, a fase final de vida livre é aquática, de modo que torna-se vantajoso se no momento de deixar o corpo da aranha ela esteja próximo ou dentro d’agua. E então, o verme parece capaz de induzir a pobre a procurar água antes de morrer. O verme parece provocar uma sede incontrolável, uma vez que se alimenta de todos os fluídos da aranha.
Esse controle das atitudes da aranha parece ser tão poderoso que muitas vezes enlouquecida, ela salta para dentro d’agua (um riacho, poça ou até piscina), num ato totalmente suicida.



Fonte: Karlla patricia - bióloga

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ARANHAS ESPINHOSAS

As aranhas espinhosas não constituem apenas uma espécie, mas um gênero que possui mais de 70 espécies desse tipo de animal. São encontradas no mundo todo e, apesar de sua aparência macabra, são completamente inofensivas. Seus espinhos apenas servem para manter os pássaros longe. Elas também têm um hábito curioso – elas colocam “bandeiras” ao redor de suas teias para evitar que pequenos pássaros fiquem enroscados nelas e prejudiquem sua cria.






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ARANHA-FLOR


É uma espécie do gênero Epicadus, mais conhecidas como aranha-caranguejo ou aranha-flor. O gênero pertence a família Thomisidae. As aranhas dessa família, possuem uma espécie de flourescência no corpo. Essa fluorescência das aranhas é um mecanismo para enganar suas presas, os insetos que visitam flores. As vítimas são algumas moscas que comem néctar, as borboletas e as vespas.
Os olhos desses aracnídeos estão entre os mais evoluídos nessa classe de animais. Eles captam três tipos de colorações básicas: ultravioleta, azul e amarelo. Assim, fascinados pela luz das aranhas fluorescentes, se aproximam delas sem perceber o perigo. De todas as espécies da família Thomisidae, essa é a mais evoluída caçadora de insetos.
No entanto, pensava-se que existiam três espécies diferentes: uma branca, uma amarela e uma lilás. Em 1991 pesquisadores descobriram que não havia diferença. É a mesma aranha, que muda de coloração conforme a flor onde está caçando. E na verdade, ela não só se camufla para a caça, como também para não se tornar vítima de seus próprios predadores, confundida com as flores, a aranha engana os pássaros.



Fonte: Karlla patricia - bióloga

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CRAVOS DO ROSTO


Os cravos são poros entupidos de gordura (sebo). A nossa pele é recoberta por uma proteína que protege contra o ressecamento, chamada queratina. Ás vezes a queratina produzida atrapalha a saída dos poros, o que pode ser agravado como uso de produtos de beleza muito gordurosos. A pontinha preta do cravo é resultado da reação de oxidação de uma quantidade grande da proteína com o oxigênio do ar. Mesmo com o poro fechado a glândula sebácea continua produzindo gordura, ela então vai se acumulando no poro formando o cravo.
O que acontece é que algumas bactérias, como a Propionobacterium acne, e o ácaro Demodex folliculorum, se aproveitam do entupimento dos poros para fazer dali um ambiente ideal para procriar. Esse ácaro, como todo aracnídeo é muitíssimo pequeno. A presença desse bichinho é mais comum no folículo piloso, onde ele pode viver de 14 a 18 dias e colocar até 25 ovos em um único folículo. Para nosso desespero o local mais comum para o Demodex viver é na superfície do canal do ouvido, onde podem viver populações desses pequenos seres, mas eles podem viver em qualquer folículo piloso, inclusive nos pelos do rosto.
A relação entre o Demodex e o cravo não é necessária. Podemos ter a pele infestada desses pequenos animais, mesmo sem ter cravos e existem pessoas com cravos que não possuem esses ácaros na pele. Mas com ajuda de bactérias a presença do Demodex nos poros entupidos pode causar uma infecção e o agravamento de um cravo, o que causa uma reação do organismo resultando em uma espinha.

O cravo é um poro entupido de gordura.

O Demodex foliculorum pode viver na nossa pele se aproveitando do ambiente ideal para sua sobrevivência.

Eles podem viver principalmente associados aos folículos pilosos. Nesta imagem estão com a cabeça para dentro do folículo.



Fonte: Karlla patricia - bióloga

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PSEUDOSCORPIÕES






A ordem Pseudoscorpiones possui cerca de 3.000 espécies descritas (HARVEY, 1990) distribuídas pelo mundo todo. HARVEY (1992) recentemente propôs a divisão dos pseudoscorpiões em 24 famílias, agrupadas por sua vez em duas subordens, Epiocheirata e Iocheirata. Em relação ao número de espécies descritas, a família Chernetidae é a mais representativa, englobando aproximadamente 20% das espécies da ordem citadas em HARVEY (1990), seguida por Chthoniidae (17%), Neobisiidae (15%), Olpiidae (10%), Cheliferidae (9%), Atemnidae (6%) e Withiidae (5%). O restante das famílias possui menos de 5% das espécies descritas na ordem e perfaz 18% da totalidade de espécies.

Pseudoscorpiões são animais pequenos, que não passam de 1 cm de comprimento. Possuem o prossoma não segmentado com seis pares de apêndices: as quelíceras, os pedipalpos e os quatro pares de pernas. As glândulas de seda se localizam no prossomo e se abrem na ponta do dedo móvel da quelícera. As glândulas de veneno, quando presentes, se localizam na quela do pedipalpo e se abrem na ponta de um ou ambos os dedos, sendo um carácter de valor taxonômico. Os olhos - em número de dois, quatro ou ausentes - situam-se nos cantos laterais anteriores da carapaça (WEYGOLDT, 1969).

O opistossoma, sem apêndices, possui doze segmentos e é arredondado posteriormente. O segundo e o terceiro esternitos estão transformados no opérculo genital (WEYGOLDT, 1969).

A maioria dos pseudoscorpiões passa a maior parte do tempo em fendas, dificilmente sendo vistos. Existe uma grande variabilidade de hábitats onde podem ser encontrados: serrapilheira, troncos caídos, sob cascas de árvores, frestas de rochas e pedras, ninhos de aves e mamíferos, pelagem de roedores e até mesmo no costão rochoso. Algumas espécies, principalmente de Chthoniidae e Neobisiidae, são cavernícolas, apresentando modificações associadas a animais que vivem nesse tipo de ambiente, como alongamento de apêndices e redução de olhos e pigmento (CHAMBERLIN & MALCOLM, 1960).

Um aspecto freqüentemente registrado em algumas espécies de pseudoscorpiões é a forésia, comportamento em que outro animal é utilizado como transporte; isso possibilitaria a dispersão de pseudoscorpiões. Pode-se citar como exemplo Codylochernes scorpioides, que é encontrado sob os élitros de um besouro (ZEH & ZEH, 1992) e diversos pseudoscorpiões da Amazônia (AGUIAR et al., 1992; AGUIAR & BÜHRNHEIM, 1992, 1998).

Pseudoscorpiões são predadores de pequenos artrópodes. Os tricobótrios, estruturas sensoriais sensíveis às vibrações do ar que se localizam nos pedipalpos, são responsáveis em grande parte pela detecção e orientação até a presa (SCHLEGEL & BAUER, 1994). Relacionado a isso, é freqüente a atividade de "grooming" dos pedipalpos, isto é, a limpeza através da passagem dos dedos palpais nas quelíceras.

A presa é agarrada pela quela do pedipalpo e imobilizada pela ação do veneno. Posteriormente, é passada às quelíceras. Em Chthonius, que, como todos Epiocheirata, não possui glândulas de veneno, as quelíceras são bem desenvolvidas e podem executar a função do pedipalpo, agarrando diretamente a presa. Chthoniidae, Neobisidae e algumas famílias relacionadas trituram a presa com as quelíceras, ao mesmo tempo que o alimento é digerido por um fluido proveniente da cavidade oral. Posteriormente o conteúdo digerido é ingerido.

Outros grupos, como Chernetidae, fazem um pequeno orifício na parede do corpo da vítima com as quelíceras, por onde é injetado um fluido enzimático. O conteúdo digerido é então ingerido. Durante a alimentação os pedipalpos ficam livres para defesa, caso outro animal se aproxime (GILBERT, 1951; WEYGOLDT, 1969).

Os sexos são separados e o dimorfismo sexual varia entre os diferentes grupos. É praticamente inexistente em Neobisiidae e Chthoniidae, e bem desenvolvido em algumas espécies de outras famílias como Chernetidae e Cheliferidae (HEURTAULT, 1994). Como exemplo de dimorfismo sexual encontrado em algumas espécies de Chernetidae, pode-se citar a diferença morfológica e/ou de tamanho de pedipalpos entre os sexos (ZEH, 1987).

A transferência de espermatozóides é indireta e se dá por intermédio de um espermatóforo, que varia morfologicamente entre as espécies. O modo de fecundação também apresenta grande variabilidade entre os pseudoscorpiões: sem acasalamento, quando o macho produz e libera o espermatóforo com ou sem a presença da fêmea para estimulá-lo; e com acasalamento, em que ocorre ou não o firme contato entre o par durante a dança copulatória (WEYGOLDT, 1969).

A ausência de pareamento foi registrada para Chthoniidae, Tridenchthoniidae, Pseudogarypidae, Neobisiidae, Garypidae e alguns Olpiidae. Os machos depositam espermatóforos, que apresentam estrutura simples, no substrato, independente da presença da fêmea. Esta é atraída quimicamente ao espermatóforo, quando chega ao local. Em algumas espécies, como Chthonius tetrachelatus e Cheiridium museorum, os machos destróem espermatóforos velhos, depositando um novo no mesmo local (WEYGOLDT, 1969).

Em algumas espécies de Olpiidae, o macho só produz e deposita o espermatóforo no substrato se há uma fêmea no local. O macho de Serianus carolinenses faz um caminho utilizando fios de seda para guiar a fêmea até o espermatóforo. Essa seda é produzida em glândulas opistossomais existentes apenas em machos dessa espécie (WEYGOLDT, 1969).

A cópula com acasalamento, assim como a ocorrência de espermatóforos complexos, foi registrada apenas para Cheliferoidea, que engloba as famílias Withiidae, Cheliferidae, Chernetidae e Atemnidae (HARVEY, 1992). Em Chernetidae, os machos seguram os pedipalpos das fêmeas e o casal executa uma dança de acasalamento; o macho guia a fêmea até o espermatóforo, após sua deposição. Em Cheliferidae, dois longos órgão tubulares evaginam-se da região sexual do abdômen do macho durante a corte, e o contato entre o casal é mínimo, com a fêmea acompanhando os movimentos de cortejo do macho (KEW, 1912; WEYGOLDT, 1969).

A comparação de diferentes métodos de fecundação leva à suposição da evolução, dentro da ordem, de um simples comportamento sem acasalamento (e.g. Chthoniidae, Neobisiidae) a um comportamento mais complexo, em que ocorrem danças copulatórias (e.g. Chernetidae, Cheliferidae) (ZEH & ZEH, 1997).

Pseudoscorpiões são ovovivíparos. As fêmeas carregam seus ovos em uma bolsa incubadora que fica unida externamente à genitália, e nutrem seus embriões. Os embriões desenvolvem uma estrutura para absorver o fluido nutritivo, o órgão bombeador. As fêmeas podem construir um ninho de seda, onde permanecem até a eclosão das ninfas (WEYGOLDT, 1969).

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TEIAS DAS ARANHAS

Como as aranhas fazem teias?

Ela, por instinto básico, arremessa a teia calculadamente onde quer tecer a teia. como o lugar de uma teia é longe, e ela percebe isto através de seus 8 olhos, ela engrossa o calibre da teia para não arrebentar facilmente com o vento e com insetos e arremessa a teia através de suas glândulas tecedoras de teia como um tiro.

Depois é só ir fazendo o resto. Conforme a distancia ela engrossa ou não a teia, quando as distancias são curtas, a teia é fina, pra poupar energia, pois cada teia solta é proteínas que ela precisou ingerir de insetos para produzir aquela teia.

Aranha faz a teia com fios de proteína

Quantos tipos de teia existem?

Na parte de trás do abdome da aranha existem glândulas chamadas sericígenas, que secretam um tipo de proteína. “Dentro da glândula ela está líquida, mas assim que entra em contato com o ar torna-se um fino fio de seda com o qual será construído a teia”, explica o biólogo Hilton Japyassu, do Instituto Butantan, em São Paulo. Sua estrutura e formato vão depender da finalidade.

Existem quatro tipos principais.

As teias de captura são as que vemos com mais facilidade porque a aranha a tece em locais abertos, onde os insetos passam. Ela lança um fio principal e, a partir dele, organiza uma espécie de rede. Parte dela é coberta com uma substância viscosa na qual as vítimas ficam coladas.

As teias de refúgio são a casa das aranhas, formadas por um grande emaranhado de fios, muitas vezes parecendo tubos.

As teias de cópula formam uma espécie de copinho nos quais o macho deposita o esperma para depois colocá-lo na fêmea.

Algumas espécies de aranha trocam seu esqueleto (que é externo, como o das baratas) pendurado em fios. São as chamadas teias de muda.

Para construir a teia, uma aranha leva entre 20 e 30 minutos. A durabilidade de cada uma varia de horas até mais de uma semana. Existem 4 000 espécies de aracnídeos conhecidos no mundo e todos eles produzem pelo menos um dos quatro tipos. Os fios de seda podem também ter outra finalidade: as aranhas papa-moscas, comuns dentro das casas, o usam para não cair. Ao se locomoverem, elas pulam de um lugar para o outro. A cada pulo, criam mais um fio que garante sua segurança. Já as aranhas conhecidas como dinopis fabricam uma rede, ficam segurando até que apareça uma presa e jogam-na, como uma armadilha, para aprisionar a vítima.

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